Esta semana fomos vasculhar o passado do cantor Sting, a voz da banda The Police que agora se deixa marcar por uma brilhante e exemplar carreira a solo. Gordon Matthew Thomas Sumner nasceu a 02 de Outubro de 1951 em Wallsend na Inglaterra. Filho de Ernest Sumner (director de um jornal) e Audrey Cowell (cabeleireira) tem 3 irmãos mais novos: Philip, Angela e Anita. Ambos os progenitores viriam a falecer em 1987 vitímas de cancro. Sting frequentou a St Cuthbert's High School e mais tarde a Universidade de Warwick. Nos tempos livres frequentava o bar Club-A-Go-Go onde viria a ver actuações de músicos como Jimi Hendrix e Jack Bruce que mais tarde viriam a influenciar fortemente a sua música. Sting começou por ser motorista de autocarro, construtor civil e motorista de táxi, passando depois a dar aulas em diversos estabelecimentos de ensino britânicos. Foi inclusivé quando estava a leccionar no St. Paul's First School que Sting escreveu 2 singles que tão bem agora conhecemos: "Roxanne" e "Don't Stand So Close To Me" que vamos aproveitar para rever neste momento.
Contudo, desde cedo que Sumner sabia que o que queria realmente era entrar no mundo musical. Para tal sempre actuou em sítios que um dia lhe poderiam vir a dar trabalho. Integrou bandas os Phoenix Jazzmen e os Last Exit. É em Janeiro de 1977 que Sting se move para Londres e é onde conhece Stewart Copeland e Henry Padovani que viriam a dar origem nesse mesmo ano aos conceituados The Police. Só para o leitor ter uma ideia do sucesso desta banda ficam os dados: entre 1978 e 1983, os The Police lançaram 5 álbuns que alcançaram os tops e arrecadaram 6 Grammys. Uma coisa que intriga muita gente é a origem do pseudónimo Sting. Pois bem, o "The Sound of Music" resolve aqui este mistério. Sumner ganha o nome artístico de Sting quando integra os Phoenix Jazzmen. Uma vez actuou utilizando uma camisola com riscas pretas e amarelas pelo que o seu colega de banda Gordon Solomon lhe terá dito que ele parecia uma autêntica vespa. E assim ficou designado Sumner de Sting. Falemos agora um pouco da vida privada do cantor e músico. Sting casa-se pela primeira vez em 1976 com Frances Tomelty de quem teve dois filhos: Joseph e Fuchsia Catherine. Em 1982, separa-se da mulher (de quem se viria a divorciar em 1984) para se juntar com a actriz Trudie Styler. Os dois casam-se em 1992 e juntos têm 4 filhos: Bridget Michael, Jake, Eliot Pauline e Giacomo Luke. Recentente Sting introduziu alguns elementos de vegetarianismo na sua dieta alimentar, mas não se considera um vegetariano autêntico. É também um fã incondicional do Newcastle United. Nós ficamos por aqui, não sem antes vos deixarmos ao som de uma das músicas de Sting na sua carreira a solo: "Desert Rose".
Esta semana o cartoon que vos apresentamos é uma sátira ao nome da banda em questão: os The Police. Aqui vemos 3 polícias reformados (como nos indica a bateria) a actuar quem sabe para um público delirante e ao rubro. Uma coisa é certa: os originais The Police conseguiam isto e muito mais. Apesar de já estarem separados e de um deles já se encontrar inclusivé morto, os The Police ficam-nos na memória como uma das bandas mais míticas que a história da música alguma vez teve contacto. E o tributo a esta banda não pára. Um dos seus temas já entrou mesmo num musical. Lembra-se do Moulin Rouge e do tema "El Tango de Roxanne"? Pois bem esse tema foi baseado num dos grandes êxitos dos The Police, o grandioso "Roxanne" que aproveitamos o momento para rever já de seguida e para concluir este artigo que é sobretudo feito de imagens e legendas, logo não nos podemos alongar em palavras. Boas audições.
Mais uma semana, mais uma Conversa Totalmente Descabida. Um sítio onde se fala de tudo um pouco. O entrevistador compulsivo desta vez atacou Ana Oliveira, uma estudante de História do 1º ano na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova. Ana diz-nos que algumas pessoas se aproveitaram da religião para fazer merchandising, revela um gosto especial por fardas e ainda dá a sua opinião quanto ao caso Chris Brown e Rihanna! Sejam muito bem-vindos ao maravilhoso mundo das perguntas!
Conversa Descabida: Antes de mais muito obrigado por teres aceite o nosso convite. A semana passada entrevistámos a Carla e os pedidos do seu contacto por parte dos leitores não deixaram de chegar. Estás preparada para lidar com esta fama avassaladora? Ana: Não, estou cheia de medo das perguntas. Estou tão nervosa! (risos)
Conversa Descabida: Não vale a pena o medo! Aqui as perguntas são bastante simples. Para começar vamos falar um pouco da música nos anos 80. Dos vários nomes possíveis qual o que mais te agonia e dá vómitos quando ouves? Ana: Dos anos 80? Não era nascida na altura por isso as únicas coisas que me chegam aos ouvidos são boazinhas.
Conversa Descabida: Então se é só músicas boas dos anos 80 que ouves qual é mesmo aquela que te faz subir aos céus? Ana: The Outfield – “I Don’t Wanna Loose Your Love Tonight”, acho que é dos anos 80. Eu gosto de muitas músicas dos anos 80, mas essa é a que de momento me causa mais impacto.
Conversa Descabida: É sim que nós confirmamos. E já que falamos em céus e que a Páscoa já passou acreditas mesmo na existência de um Deus? Ana: Uh isto agora apanhou-me de surpresa. É uma pergunta complicada. Tive formação católica e continuo a ser muito influenciada por isso. Acredito em Deus. Mas principalmente acredito que há uma entidade superior a nós, é claro que cada religião vê essa entidade como quer.
Conversa Descabida: Não achas que a religião foi o maior golpe comercial alguma vez criado? Afinal de contas vende-se imenso merchandising… Ana: (risos) Acho que a religião já existia muito antes do merchandising, não acredito que no tempo de Jesus (por exemplo) houvesse produção em massa de santinhos, e coisas dessas. Algumas pessoas é que se aproveitaram da religião para criar um golpe comercial. Não só de agora, dantes eram vendidas "relíquias" que se diziam pertencer a Jesus ou areia que ele pisou. Sou completamente contra essas estratégias comerciais, tira toda a religiosidade à religião, desculpa a redundância. Faz dela uma coisa comercial levando muitas pessoas a esquecerem-se do que realmente importa.
Conversa Descabida: Ora cá está um ponto que partilhamos a mesmo opinião. Voltando aos anos 80, vamos falar dos nossos artistas da semana: os The Police. Que nos tens a apresentar sobre estes? Ana: Ui não sei o que dizer sobre eles. Gosto muito de os ouvir. Têm músicas muito boas que ficam nos ouvidos e teimam em não sair. Não é uma banda que acompanhe muito mas que gosto bastante.
Conversa Descabida: Por falar em Police, já alguma vez tiveste problemas com a polícia? Ana: Não...tenho medo deles. Não, estou a brincar. Por acaso gosto.
Conversa Descabida: Então gostas de gente fardada? Ana: (risos) Gosto bastante…
Conversa Descabida: Que música colocarias como fundo se quisesses terminar uma relação com alguém? Ana: Depende do motivo que tivesse para terminar a relação…Mas escolhia por acaso duas dos Maroon 5: “Nothing Lasts Forever” e “Better That We Break”.
Conversa Descabida: Achas que a Rihanna devia ter terminado a relação com o Chris Brown após as agressões? Ana: Sim acho que qualquer pessoa não deve ser vítima de qualquer violência que seja, ainda por cima do namorado/namorada (dá para os dois lados). Por muito amor que haja entre os dois, se ele gostasse mesmo dela não lhe batia.
Conversa Descabida: Com a primeira edição do Campeonato das Estrelas Nacional a começar diz-nos lá quem é o teu artista ou banda portuguesa de eleição? Ana: Ui, difícil...tenho de escolher só um? Gosto muito de Deolinda e do David Fonseca. Pronto uma banda e um artista. Apesar de gostar mais do David Fonseca nos Silence 4. Não se pode ter tudo.
Conversa Descabida: Na primeira entrevista do Conversa Descabida falámos de revistas masculinas. Serias capaz de posar para uma? Ana: Hum…Acho que não. Mas nunca se sabe. Acho que quem vai posar para essas revistas, para além de terem um bom cachet, estão de certa forma habituadas. Não estou a dizer que são umas sem vergonha (risos)…Mas têm uma mentalidade formada diferente sobre isso. E também depende do nível de exposição do corpo…
Conversa Descabida: Para terminar esta conversa, se te pedíssemos para escolher 10 músicas da tua vida, a escolha recaía sobre… Ana: Ui a pior parte…”Éramos assim”- Boitezuleika; “She will be loved” - Maroon 5; “You” - S Club 7; “Fields of Gold” - Sting (mas gosto muito da versão da Eva Cassidy); “Sub 16” - GNR; “Cinderela” - Carlos Paião; “My Friends”- Silence 4; “Mr Brightside”- The Killers; “Last Night” - The Strokes; “It's only a diary” - Patrick Doyle. Fizeste-me fazer a escolha mais difícil da minha vida…É como dizeres a uma mãe para escolher os filhos preferidos!
Conversa Descabida: Toda a gente me diz que é sempre a pergunta mais difícil! Obrigado pela tua participação Ana! Foste uma excelente entrevistada! Ana: Adorei!
Já não é desconhecido dos leitores de que das várias décadas de música rock que nos tem chegado a favorita do "The Sound Of Music" é a de 80. Uma década em que os grandes nomes do rock se começam a afirmar aos poucos e poucos. A década de 80 é marcada por nomes como Guns'N'Roses, Bon Jovi, David Bowie, Duran Duran (na foto) e muitos mais. Desta década saíram músicas que se tornam verdadeiros hits de karaoke e não só. Este ano poderemos ver em Portugal muitos dos nomes aqui presentes nesta lista como Bruce Springsteen, AC/DC, Depeche Mode e os Metallica. Nesta lista de 20 sucessos apresentamos músicas e bandas que vão deste U2 a Rolling Stones. Uma das melhores listas aqui já alguma vez apresentadas!
Muitos se questionam quanto à originalidade dos nomes de bandas portuguesas. Muitos se perguntam: mas porque raio é que alguém se iria chamar Os Pontos Negros ou até Peixe:Avião ou inclusivé doismileoito. Não seria muito melhor terem dado nomes às bandas como The Black Points, Airplane Fish ou twothousandandeight? A resposta é clara: não. Os portugueses adoram criticar nomes de bandas nacionais que usem a nossa língua e que façam juz ao nosso país. Bandas como os The Police, Radiohead e Judas Priest usam nomes que a nós nos soam muito bem mas que para quem use o inglês como língua primária soará ridículo, mas não negam o forte talento destas bandas. Neste artigo vamo-nos divertir um pouco a gozar com os nomes que as bandas rock inglesas e americanas têm. Comecemos pelos The Police, ou será que deveremos dizer, os polícias? É inegável o sucesso que eles têm e se não fosse esta banda talvez o Ferrão, ou Sting, não tivesse o sucesso que tem hoje na sua carreira a solo. E já agora, alguma vez lembraria a alguém chamar uma banda de Cabeça de Rádio? Ou vulgarmente conhecidos como Radiohead? Porquê? Será que os membros desta banda têm alguma antena perdida algures que sintonize por exemplo a Antena 3? Mas não podemos desprezar o trabalho que esta banda tem feito, nem singles como "Creep" que vamos rever já de seguida efectuando deste modo a primeira paragem no nosso texto.
Prosseguimos agora dando numa de crentes e abordando o Padre Judas. Quem? Os Judas Priest. Ah esses! Ao contrário do que se possa pensar esta banda não saiu de nenhuma diocese, mas quiseram brincar talvez com a religião e baptizar a banda com o nome de um padre que provavelmente baptizou o vocalista. Mas o nome de bandas também anda envolvido na ciência! Senão vejamos os Irmãos Químicos que deixam qualquer um com uma enorme vontade de dançar. Pode-se dizer que aqui surge uma verdadeira química entre os Chemical Brothers e o público que os ouve. Há quem goste de pensar positivo e dar nomes a bandas com The Cure, ou seja, A Cura. Há também os dinossauros do rock: Os Pedras Rolantes. Há bandas para sportinguistas (Dia Verde a.k.a. Green Day) e para benfiquistas (Pimentas Chili Quentes e Vermelhas a.k.a. Red Hot Chilli Peppers). Há bandas que nos deixam sem dúvidas com os No Doubt mas há outras que fazem juz à nobreza com os Rainha, também conhecidos como Queen. Há ainda fenómenos pop como os Rapazes da Rua de Trás (a.k.a. Backsteet Boys). Poderíamos continuar nesta lista interminável de nomes e traduções porque são realmente imensas, mas para poupar não sou o leitor mas também os artistas em questão vamos parar por aqui. Tudo isto para quê? Para que da próxima vez que gozar com o nome de algum músico ou banda nacional se lembrar que há bem piores e com grande sucesso...Ah e já agora para terminar fiquem com o tema "The Everlasting" dos muito conhecidos Pregador de Rua Maníacos!